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sexta-feira

Livro da semana: A menina que roubava livros, de Markus Zusak


Sempre que eu ia na biblioteca eu via esse livro lá, mas nunca tinha me interessado por ele, nem pela sinopse, só mesmo pela capa. Minha tia me falava super bem desse livro, que era maravilhoso e tudo o mais, mas eu não dava muita atenção, achava que devia ser meio confuso. Pois é, eu sou daquelas que tiram muitas conclusões precipitadas. Aí minha amiga começou a me encher falando que era mesmo um livro maravilhoso, a história era esplêndida, e eu resolvi ler logo antes que meus tímpanos estourassem, haha.
E, como sempre acontece comigo, eu me apaixonei pelo livro e estou louquinha para ler de novo e de novo e outra vez, até decorar todas as palavras de todas as páginas. "A menina que roubava livros" é um livro sensacional, e eu nunca pensei que fosse me interessar pela Segunda Guerra Mundial da forma que me interessei depois de ler aquele livro. É do tipo que deixa a gente pregado até chegar ao final, porque sempre acontece uma coisa inusitada que dá aquele gostinho de quero mais. Acho que li esse livro em dois dias, de tão maravilhada que fiquei. 

Peguei essa sinopse no O Jovem Editor para vocês.

.EIS UM PEQUENO FATO.
Você vai morrer.
A menina que roubava livros é uma envolvente história que relata a vida, para ser mais exata, infância, de Liesel Meminger, uma jovem e, de certa forma, desajustada garota vivendo em uma Alemanha nazista num período de guerras. A história conta com personagens interessantes, como a mãe biológica comunista e os pais adotivos que vão contra o próprio Führer para proteger o que acreditam, um judeu no porão e um amigo obcecado pelo atleta norte-americano Jesse Owens.
Mas é nos livros que Liesel encontra a salvação para seus tormentos, aponto de roubá-los assim que a oportunidade aparecesse e sentir prazer nisso.

Vale lembrar que a história é narrada pela própria morte, porque no livro a morte encontra com a menina três vezes, mas nunca a leva para o além (só dá para entender isso lendo, e era isso que me intrigava antes de ler), e a história da menina fez até a morte se emocionar a ponto de querer narrá-la. 
A história é muito emociante, e uma das partes que eu mais gosto é a parte do judeu no porão, mas não adianta nada ir direto para esse capítulo porque, se não ler a história desde o início você não vai entender nada palavra de quem tentou fazer isso
Bem, aí está a dica, e aconselho mesmo mesmo mesmo esse livro, é maravilhótimo e eu não vejo a hora de tê-lo novamente em minha mãos.

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